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Incesto / Tarde gostosa com a Sobrinha...

Olá! Meu nome é Marcos, moreno, 1,68m, 67 kg, em forma. Era junho de 2008; fazia um ano que minha mãe estava perto de nós, morávamos eu e minha esposa, e minha mãe veio passar um tempo aqui em Manaus para tratamento de saúde. Passaram uns meses na casa de um amigo que cedeu o local pra ficarem lá o tempo que fosse necessário, e sempre que ia visitá-los, nos fins e semana, minha sobrinha ficava me observando, mas não tínhamos a oportunidade de ficar a sós com minha sobrinha Danny, que é uma moreninha deliciosa, 1,60m, 49kg, pele naturalmente bronzeada como só as mulheres do Amazonas têm, pernas grossas bem torneadas, seios médios bem durinhos, lábios macios, bumbum arrebitado, cinturinha fina; até que num sábado, quando cheguei por lá, eram 9 horas da manhã, e ela estava fazendo café na cozinha, não vi minha mãe nem meu padrasto, quando cheguei, que ela me viu, veio rapidamente e me abraçou, senti pela primeira vez aquele corpo jovem, quente, gostoso, encostar em mim, o que imediatamente fez com que sentisse um tesão muito grande por ela, mas, me contive e apenas a abracei, retribuindo o carinho, então ela disse que minha mãe e o marido haviam ido até um local ali perto e que não demorariam a voltar, mas que tinham saído a pouco tempo. Então fui até um dos quartos da casa que funcionava como depósito e disfarcei procurar alguma coisa, foi quando a chamei, ela certamente já sabia o que íria acontecer, quando entrou nos aproximamos e nos beijamos, senti sua pela aquecer, a respiração ficar mais acelerada, seu corpo tremer, nossas línguas esgrimavam dentro de nossas bocas, ela levemente soltava um gemido rouco de aprovação. De repente ouvimos vozes que se aproximavam, e quando olhei pela janela estavam voltando, saímos apressadamente do quarto e ela foi esperá-los na cozinha e eu sai para os fundos e vinha voltando como se nada tivesse acontecido.

Daquele dia em diante, sempre procurávamos criar situações onde pudéssemos ficar a sós, mas nunca dava pra ir além dos amassos e mãos naquilo e aquilo na mão, ficavam cada vez mais 'calientes' os beijos...

Um dia, minha mãe liga dizendo que não era mais possível ficarem por lá, que o dono da casa tinha outros planos pro local, e tinha que sair de lá, ainda naquela semana. Que jeito então, foram morar conosco, casa alugada, havia três quartos e ficaram em apenas um.

Certo dia, um sábado, ficamos apenas eu, minha sobrinha e minha mãe em casa, depois do almoço, minha mãe reclamava de dor de cabeça, que estava incomodando, então pediu um analgésico pra tomar, e como sempre aconteceu antes, acabou ficando dopada em 15 minutos, dormia profundamente. Danny, então depois de confirmar o profundo em que a coroa se encontrava, foi até a sala onde estava e sentou ao meu lado dizendo, "temos a tarde a nossa disposição", nossa quando ouvi ela dizendo isso meu pau subiu na hora, e forçava o calção que estava usando, ela notando volume pediu pra segurar e eu disse a ela pra irmos até o quarto, que lá ficaríamos mais a vontade, ela apenas sorriu e seguiu até o quarto, quando entrei ela estava deitada de bruços na cama apenas com a parte de baixo da roupa, já tinha tirado a blusa, então como eu estava apenas de calção, deitei ao lado dela e comecei a passar a mão pelo seu corpo, ela apenas serpenteava levemente o corpo, quando virei-a de frente, nossa que visão, os seios lindos, então comecei a chupá-los suavemente ficando mais e mais forte até ela começar a gemer, então fui descendo pelo vente, até chegar ao short que estava usando, tirei-o com certa dificuldade, afinal estava apertado e suas formas recheavam completamente, estava com uma calcinha vermelha bem pequena que não deu trabalho nenhum pra tirar, então me coloquei entre suas pernas e comecei a beijar a parte interna das coxas, ela apenas gemia baixinho e dizia "faz, eu quero, faz..." quando toquei sua xaninha depiladina, apenas com um fio de pelos acompanhando até próximo do grelinho nossa, comecei a beijar e chupar sua bucetinha e quando envolvi o grelinho com os lábio e segurei passando a língua em volta, ela estremeceu todo seu corpo, quando olhei pro seu rosto ela estava mordendo o travesseiro e parecia conter um urro de prazer, estava gozando; então eu disse a ela "agora e tua vez", ela disse que nunca havia chupado e que não era mais virgem, mas, só tinha feito uma vez, com coleguinha de aula, então segurou meu cacete que parecia uma tora de madeira, afinal tem 20 X 6,5 , no começo se assustou mas eu disse a ela que faria com muito cuidado e quando estivesse todo dentro dela ela iria gostar e gozar mais ainda. então para não machucá-la, deitei na cama e ela veio por cima, segurou meu cacete e colocou bem na entradinha da buceta, forçou um pouco e apesar de estar bem lubrificada não entrava, ela forçou um pouco mais forte, a cabeça foi entrando com certa dificuldade, então ela fez algo surpreendente, sentou de uma vez só, ela soltou um grito de dor e jogou-se em cima de mim, tentou sair,mas eu a segurei, e disse em seu ouvido "calma, já vai passar...", então beijei-a e comecei a movimentar bem suavemente os quadris ela começou a relaxar e a curtir, começou a gemer e dizer que estava gostoso, dizia que estava toda preenchida com aquela pica tocando seu útero; aí começou a ficar bom mesmo, nossa que bucetinha apertada e quente, muito úmida parecia uma fonte, num movimento girei-a para baixo e com movimentos cadenciados e forte ela começou gemer mais alto e começou a gozar, nesse momento também não agüentei e gozei muito dentro daquela bucetinha, agora um bucetão...rrsrsrs, quando meu cacete foi amolecendo ainda dentro dela, fui tirando, e junto saiu nosso gozo misturado com sangue, então disse a ela "acho que teu amiguinho, não deu conta do recado!", então sorriu e disse "É verdade, acho que não deu mesmo!", ficamos deitados um pouco, e começamos a nos beijar, meu cacete deu sinal de vida novamente e disse a ela, "vou comer essa sua bundinha linda, parece uma delícia!", ela respondeu de imediato "não", e saiu correndo do quarto para o banheiro. Cinco minutos depois, saio eu do quarto, e minha mãe também vem saindo do quarto dela. Pensei na hora "nossa... quase...", mas a tarde foi realmente muito gostosa.



Transamos outras vezes, na próxima, conto como foi comer aquele cuzinho apertado, com ela aos berros e chorando... No início de dor, depois de tesão...

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22/12/2010 | 175059 visitas

 

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