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Lésbicas / Minha monitora safada

Quando resolvemos contar fatos da nossa vida, sempre sentimos que estamos abrindo nossa privacidade a uma quantidade de pessoas, que não podemos mensurar. Então criamos pseudônimos, mudamos datas e locais na tentativa de narrar um acontecimento, sem com isso expor demasiadamente pessoas, que eventualmente ainda nos são queridas, e inclusive nós mesmos. É o que eu hoje faço aqui.



Me chamo Gisele, sou estudante, sou bonita. Nada de parar o transito, mas o suficiente para chamar a atenção das pessoas. Eu procuro me vestir bem e estou sempre bem cuidada. Faço estagio na própria faculdade onde estudo, e lá tenho uma monitora muito bonita. Desde o primeiro dia que a vi, fiquei impressionada com a beleza e o jeito dela. Atenciosa, muito inteligente, e com um conhecimento muito grande de tudo que é feito ali. Acho que daquilo lá ela realmente sabe tudo. Também desde o primeiro dia, ela ficou me encarando diretamente nos olhos até eu não conseguir e desviar. Os dias foram passando e eu, admirando cada vez mais aquela mulher. Ela é casada há três anos e não tem filhos. Tudo que eu faço, levo para ela checar. Quase sempre ela olha tudo, faz algumas observações, sempre pertinentes, me premia com um sorriso e algum elogio. Mas o elogio é para mim e não para o meu trabalho. Ela sempre diz que meu decote está lindo, ou que minha calça me caiu muito bem, etc. Fico em estado de graça com aqueles comentários. Depois ela se concentra novamente no trabalho e parece não perceber que existe um mundo funcionando dentro e fora daquele ambiente, onde nós passamos juntas quatro horas por dia, todo dia.



Todo dia eu me pego desconcentrada do meu trabalho, e olhando para ela. Quando ela me olha, eu desvio o olhar, e finjo que estou fazendo alguma coisa importante, para logo em seguida olhar para ela novamente. Nos últimos dias, foi ficando mais difícil desviar o olhar quando sou pega de surpresa com os olhos fixos nela. Consigo manter o olhar por alguns segundos, mas aí meu coração palpita e parece falhar. Bate em descompasso e tão forte que eu percebo meus seios pularem em meu peito.Acho que ela percebe também. De vez em quando eu recebo uma recompensa dela em forma de um olhar longo acompanhado do seu sorriso. Aí meu coração endoida completamente, e eu sinto uma onda forte de calor me aquecer entre as coxas. Sinto a umidade empapando minha calcinha. Minha buceta se contrai tão forte que até dói. Começo a transpirar, e neste ponto tenho que ir até o banheiro. Lá eu coloco a mão dentro da calcinha e aperto forte. Coloco dois dedos em mim, e tenho que morder a outra mão para não gemer alto. Eu gozo e me alivia pouco. Muito pouco.



Quando termina meu turno e eu tenho que ir embora, fico enrolando um tempão só para ver se consigo sair junto com ela, apenas para usufruir de sua companhia mais um pouquinho. Eu me despeço dela com um beijo na face, que devia ser apenas cordial, mas no meu caso não é. Eu beijo sua face de verdade. A cada vez que eu a beijo faço com que meus lábios, toquem o seu rosto o mais próximo possível dos seus lábios. Sou eu roubando minha recompensa do dia. Aquele beijo me da uma sensação boa no meio dos sentimentos de angustia que me invadem quando eu saio. Angustia por pensar que somente no dia seguinte eu voltarei a vê-la.



Ela me viu olhando fixamente para seu rosto. Eu sorri ao ver seu sorriso. Ela veio até mim, se apoiou na minha mesa e disse bem pertinho:

-eu te adoro quando sorri! Sorria mias!

Me arrepiei. Começou nos cabelos da nuca, e percorreu lentamente a espinha, meus lábios formigaram. Minha buceta reagiu instantaneamente e contraiu varias vezes. Ela voltou para seu lugar bem devagar, sabendo que meu olhar não desgrudava do seu corpo. Sentou me olhou e sorriu. Eu sei que o que sinto é a mais pura e tresloucada paixão. É um mergulho num precipício escuro. Vertigem! Esta tarde passou tão rápido, que eu achei que os relógios estavam errados. Meu beijo de até amanhã, desta vez tocou realmente o cantinho de sua boca. Saí sem conseguir controlar um sorriso que insiste em permanecer colado em minha boca. Estou amando. Ela sabe e gosta disso. Caso contrario não teria falado comigo daquela forma. Eu tenho certeza. Certeza? Não tenho certeza de nada! E se não for verdade? E se for apenas gentileza dela? Não pode ser!



No dia seguinte começo a ficar excitada desde o momento que vou para o estagio. Sei que vou vê-la. Fico enrolando para sair junto com ela no final do dia. Funciona. Saímos juntas conversando. No estacionamento ela me pergunta:

-você quer vir comigo?

Eu a olho e penso se esta é uma pergunta que se faça. Me encho de ousadia e respondo:

-muito! Muito mesmo!

Ela me sorri e caminhamos até o carro. Entramos e nem sequer nos acomodamos quando ela pega no meu rosto com as duas mãos e me puxa para ela. Me beija levemente. Sua língua passa apenas tocando meus lábios. Meu corpo amolece. Minha mente fica confusa e eu passo os dois braços no seu pescoço e abro meus lábios para ela. Depois abro totalmente minha boca. Sinto sua língua invadindo impiedosamente minha boca e meu ser. Tento fazer o mesmo, mas ela continua me invadindo. Sua língua é louca. Suas mãos me apertam os seios. Um deles é arrancado de dentro da minha blusa. Depois o outro. Agora ela amansa, chupa e beija bem de leve meus peitos. Eu estou toda arrepiada. Meus pelos ficam todos eriçados. Eu só sei segurar sua cabeça enquanto ela sobe e desce da minha boca até meu umbigo. Minha blusa já foi arrancada (eu vim sem sutiã, só para provocá-la). O carro está com os vidros totalmente embaçados pela nossa respiração. Ela me solta, liga o carro e dirige diretamente para um motel. Eu tentei vestir a blusa, porem ela disse de forma imperiosa:

-não vista nada! Você vai do jeito que está, sem blusa!

Tive medo de acontecer um acidente, porque ela não parou de pegar em mim um minuto sequer durante o trajeto. Lá no motel ela retirou o restante da minha roupa, e ficou bastante tempo só me olhando, depois perguntou:

-é a sua primeira vez não é?

Eu disse que sim, e me pendurei no seu pescoço para outro beijo. Quando eu me soltei, eu disse para ela:

-eu te amo! Amo muito! Mas muito mesmo! Hoje é o melhor dia da minha vida.

Ela não respondeu, apenas tirou suas roupas, jogou no chão e me levou para a cama. Fiquei olhando ela nua. Ela é linda. Linda! Linda! Linda!



Ela me chupou. Me beijou a buceta. Me lambeu, e enfiou a língua o mais profundo que pode. Me fez abrir as penas ao máximo e dobrar para cima. Se encaixou sobre mim e pressionou sua buceta na minha. Ficou esfregando em mim. Ela estava me comendo. Literalmente. Continuava o atrito gostoso do seu clitóris no meu. Eu sentia o sabor meu na sua boca. Quando eu estava a caminho do gozo, ela me deu dois tapas. Um em cada face. Perdi totalmente o controle e gozei feito uma louca. Gozei descontroladamente. Gritei muito, e pedi que ela batesse novamente. Ela me obedeceu, é claro e aí gozou comigo. Só saímos do motel de manhã. Eu tinha aula no período matinal, e à tarde tinha que ir para o estágio. Acho que vou ter muito trabalho nos próximos dias!



alfa.feme@yahoo.com.br

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27/04/2010 | 110805 visitas

 
 
 
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